quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Concurso de Poesia do Perpétuo Socorro

Cultura - Terça-Feira 08 de Novembro de 2011

Mais de 160 pessoas se inscreveram no Concurso de Poesia do Perpétuo Socorro


O Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), realizou o 1º Concurso Literário de Poesia com o tema: “Preparando o Natal com Maria”. O resultado foi divulgado hoje pela paróquia.

Lançado no dia 14 de setembro, o concurso obteve mais de 160 inscrições. A premiação contempla os três primeiros classificados. O prêmio de 1º lugar é de 1.000,00 (um mil reais), o de 2º lugar é de 700,00 (setecentos reais) e o de 3º lugar, de 300,00 (trezentos reais).

Além do recebimento de trofeus, os 30 finalistas receberão certificado de participação. Já as poesias serão publicadas em uma coletânea, com lançamento marcado para o dia 20 de dezembro, em comemoração ao Natal de 2011.

A Fundac costuma firmar parcerias e apoiar produções dos mais diversos segmentos da arte, e a poesia, por meio da Divisão de Literatura, também recebe a atenção do órgão. “Ficamos satisfeitos quando vemos que a sociedade campo-grandense está participando e realizando concursos e fomentando a arte da poesia, é nosso dever apoiar, e é para isso que aqui estamos”, comentou Roberto Figueiredo, presidente da Fundac.

Dos trinta primeiros colocados, os três primeiros serão conhecidos no dia da premiação, no dia 20 de dezembro de 2011, às 20h, no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, situado na Avenida Afonso Pena, 377, Bairro Amambaí, Campo Grande/MS.

Segue abaixo a lista dos 30 primeiros colocados no concurso, em ordem alfabética:


Natal de Estrela em Estrela, de Adriano Camargo de Oliveira
Maria de Nazaré, de Antônio Brandão
O Nascimento da Esperança, de Caio Tavares Aoki
Mãe do Menino Deus, de Camila Franco Bassani Kabad
Súplica, de Carmem Lúcia Dias de Andrade
Noite Santa, de Cíntia Regina Soares Brasil Barros
Maria A Escolhida, de Débora Helena Ribas da Cruz
Nossa Senhora, de Delasnieve DaspetPreparando o Natal com Maria, de Edson Amorim de Souza
Recompensas do Céu, de Flávio Augusto Filizzola Costa
Preparando o Natal com Maria, de Florisa Ferreira Dias
Maria, Mãe Conosco, de Izabel Aparecida da Silva
Natal na Vida Real, de José Reginaldo Miranda Brasil
Preparando o Natal com Maria, de Leila Maria Sacoman
Compromisso de Mãe, de Leize Demétrio da Silva
Santuário de Amor, de Lidiane Batista
Serva Servida, de Luciana de Oliveira Dreyer
Maria, de Marelija Zanforlin Magdalena
O Natal com Maria, de Marisandra G.D. de Souza Nepomuceno
Dores de Parto, de Mayumi Letícia Tissiani Tsuge
Preparando o Natal com Maria, de Micaelle Dias de Oliveira
Maria, Mãe do Divino Amor, de Miguel Kabad Filho
Preparando o Natal com Maria, de Paulo Siufi Neto
Mater Admirabilis, de Reginaldo Costa de Albuquerque
Presente de Natal, de Rosinete L. Mario
Soneto Mariano no Natal, de Rubenio Silverio Marcelo
Natal Solidário de Maria, de Sidnei Garcia de Freitas
Maria, de Silvia Regina Dutra Bonfim da Cruz
Preparando o Natal com Maria, de Teresa Florentino Balta
Presente de Natal, de Welington Oliveira de Souza Costa

Fonte/Autor: Ana Maria Assis - Mtb 742/MS

Um comentário:

  1. O PRIMEIRO CONTATO
    Certa vez, na ânsia de concluir um trabalho escolar, cercado de publicações dos mais variados autores e temas, e sem saber por onde começar despertei-me com um clique da minha esferográfica.
    Eis que, como um “Deja Vu”, deparei-me com um antigo livro de contos em péssimas condições. O papel amarelado pelo tempo, perfurado por traças, empoeirado e suas páginas mal cheirosas.

    A tinta usada em sua impressão ainda mantinha um bom contraste, o que o tornava legível.

    Então, no volver furtivo e detalhado de cada página, eu descobri algo novo: textos envolventes com assuntos, embora de séculos atrás, tão atuais e familiares que passavam não só a mim, mas a quem quer que os lesse (leiam) uma profunda intimidade com o autor.

    Agora eu já podia empunhar aquela, cujo clique não mais soava irritante, mas frugal.

    Tudo era simples, evidente e claro. Eu não precisava mais daquela pilha de publicações, pois tudo estava ali, em cada cor, som, ou lembrança. Daquela ponta esferográfica, as palavras fluíram com naturalidade e deitavam em cada pauta com a suavidade de uma pétala que pousava sobre a relva.

    Eu compunha com mais idéias, indeterminado, mais livre. Não havia motivo para se preocupar com “Lapsus Linguae”... Sim era minha primeira crônica. Agora eu sabia que poderia escrever sobre qualquer coisa.

    *Cassius Barra Mansa é cronista machadense

    Lapus Linguae = erros de linguagem

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